• Dra Patrícia Savoi

CBD e Alzheimer


O crescimento do número de pacientes com Alzheimer tem assustado toda a classe médica no Brasil. Em 2018, foi relatado o importante crescimento do diagnóstico dessa patologia e chegou ao número de 55 mil casos novos por ano no Brasil.

Segundo o site da AMA+ME estudos revelam que dois dos principais canabinoides encontrados na canabis, o tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD), reduzem o acúmulo de placas e emaranhados, demonstrando um potencial como opção de tratamento da doença. A eficácia da canabis tem sido vinculada a sua interação com o sistema endocanabinoide, o que controla vários processos patológicos associados à desordem neurodegenerativa, incluindo neuroinflamação, excitotoxicidade, disfunção mitocondrial e estresse oxidativo.

O THC pode ser uma possível opção terapêutica para o Alzheimer através de múltiplas funções e caminho. Estudos mostram dados que ele poderia impactar a progressão da doença, inclusive . Já outro mostrou que o THC reduz a atividade motora noturna e agitação em pacientes com demência, sugerindo que ele pode ser benéfico no tratamento de distúrbios comportamentais e circadianos.

Um estudo descobriu que os efeitos neuroprotetores do CBD e sua habilidade de promover a regeneração de neurônios foi eficaz na reversão de déficits cognitivos causados pela doença.


Um estudo mostrou que os danos iniciais do Alzheimer podem ser causados por um bloqueio ou deficiência de canabinoides, sugerindo que a suplementação de canabinoides poderia reduzir o risco de se desenvolver a doença. Além disso, o uso dos canabinoides têm demonstrado melhorar a agitação psicomotora, agressividade e comunicação daqueles diagnosticados com demência.

Não deixe de consultar seu médico, esse material não substituiu a consulta com um profissional!

Beijos

Dra Patricia Savoi

CRM 140483

RQE 40206

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